Jornal do Comércio >> Taxas futuras de juros têm mínimas com dólar após CPI dos EUA

As taxas futuras de juros bateram mínimas puxadas pelo dólar após o índice de inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos mais fraco que o esperado em julho. Nos primeiros negócios, os juros curtos e longos oscilaram perto dos ajustes anteriores, refletindo cautela com o cenário externo e fiscal local. O CPI americano subiu 0,1% em julho ante junho, ante previsão +0,2%; e o seu núcleo também avançou 0,1% em julho ante junho, ante previsão +0,2%.

Lá fora, permanecem as tensões geopolíticas entre EUA e Coreia do Norte e, aqui, as indefinições sobre o ajuste fiscal das contas públicas. O índice de volatilidade global (Vix) já atingiu nesta sexta-feira, 11, até 17,28 e, há pouco, operava em 17,01, informou a corretora Mirae.

Por volta das 9h40min, o DI para janeiro de 2018 estava a 8,160%, mínima, de 8,180% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2019 a 8,07%, de 8,10% no ajuste de quinta. E o DI para janeiro de 2021 estava a 9,39%, na mínima, ante máxima em 9,46%, de 9,43% no ajuste de ontem. O dólar á vista caía 0,27%, aos R$ 3,1662 neste mesmo horário. O dólar futuro de setembro recuava 0,31%, aos R$ 3,1795.

Fonte Oficial: http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/08/economia/579145-taxas-futuras-de-juros-tem-minimas-com-dolar-apos-cpi-dos-eua.html.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!