Bolsas fecham em alta nos EUA, em um pregão marcado por baixa liquidez – Jornal do Comércio

Os mercados acionários americanos fecharam em alta nesta sexta-feira (24), em um pregão marcado por baixa liquidez no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Ações de varejistas se destacaram devido à Black Friday e, junto com papéis de tecnologia, apoiaram as máximas históricas de fechamento do Nasdaq e do S&P 500, este com alta superior a 2.600 pontos pela primeira vez.

O índice Dow Jones encerrou em alta de 0,14%, aos 23.557,99 pontos; o S&P 500 avançou 0,21%, aos 2.602,42 pontos; e o Nasdaq teve alta de 0,32%, aos 6.889,16 pontos.

A Black Friday ajudou as ações de varejistas no dia seguinte ao Thanksgiving. As ações da Macy’s subiram 2,13% e as da Gap avançaram 1,61%, enquanto a Amazon fechou em alta de 2,58%, para uma nova máxima histórica. De acordo com a Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos, as vendas nesse segmento devem ser fortes na próxima semana, mesmo após as companhias reduzirem os descontos dados nesta sexta-feira.

O movimento representa um alívio para os investidores, após as varejistas tradicionais apresentarem resultados não muito favoráveis no passado, à medida que continuam a lutar contra a migração para compras online, além do crescente domínio da Amazon nesse segmento. A companhia de Jeff Bezos, por sua vez, informou nesta sexta-feira que o Dia de Ação de Graças foi um dos maiores dias para compras mobile, já que as encomendas realizadas via aplicativo aumentaram mais de 50% em relação ao ano passado.

Companhias de tecnologia também colaboraram com os ganhos e ajudaram o Nasdaq a, mais uma vez nesta semana, renovar recorde de fechamento. O Facebook subiu 1,06%, o Twiiter ganhou 0,67%, o Google avançou 0,44% e a Snap teve alta de 2,77%.

Nesta semana, o Goldman Sachs elevou sua projeção para o mercado acionário dos EUA neste ano. Para o grupo, o S&P 500 encerrará o ano em 2.850 pontos, com a “exuberância” refletindo a continuidade da forte economia dos EUA e do crescimento econômico global, baixa inflação e taxas de juros cada vez mais baixas. As perspectivas do Partido Republicano de aprovar uma revisão no sistema tributário dos EUA também influenciam a previsão do Goldman Sachs.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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