Fintech vai comercializar produtos de previdência – Jornal do Comércio

Ciclic é resultado de uma joint venture da BB Seguridade e da Principal Financial Group

A oferta de produtos flexíveis, com simplificação do processo de aquisição e gestão de planos, pode ajudar a tornar a realização de projetos a curto, médio ou longo prazos, como abrir o próprio negócio, viajar ou comprar a casa própria, algo mais simples. A aposta é da Ciclic, startup do mercado de investimentos em previdência complementar que nasce totalmente digital.

A fintech brasileira vai comercializar produtos de previdência complementar digitalmente, resultado de uma joint venture da BB Seguridade e da Principal Financial Group. A operação se inicia com aproximadamente 30 pessoas na equipe e estima recuperar o investimento inicial em um prazo de até cinco anos.

A proposta da Ciclic é ser inteiramente digital para ampliar o acesso e descomplicar a contratação de planos de previdência. As vendas dos produtos serão realizadas pelo site da empresa (www.ciclic.com.br), tanto na versão mobile quanto na versão desktop.

“O nosso propósito é mostrar para o público que a vida é composta por ciclos e que cada passo inicia uma nova oportunidade. As soluções que a Ciclic trará ao mercado ajudarão as pessoas a realizar esses objetivos”, afirma o CEO da fintech, Raphael Swierczynski.

A startup atuará em um mercado em franca expansão. Estudo da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) mostra que, nos últimos quatro anos, o número de pessoas que aderiram a planos de investimento como previdência VGB-L cresceu: foram 1 milhão de novos usuários, totalizando mais de 13,7 milhões até agosto de 2017.

O executivo analisa que os brasileiros estão mais atentos a novas formas de investimentos como planos de previdência complementar, por causa da boa rentabilidade e baixo risco quando comparados a outros modelos de investimento como poupança e investimento direto em ações, por exemplo. “Os produtos que se propõem a garantir qualquer plano futuro do investidor, cuja expectativa de realização seja para dois, cinco ou 20 anos, aliam baixa volatilidade a uma boa lucratividade e atendem aos perfis de investidores mais moderados, que buscam algo mais arrojado do que a poupança, mas com segurança”, comenta.

Na opinião dele, a ideia de que esses produtos serviam apenas para a aposentadoria é obsoleta. “A visão da Ciclic é de que previdência complementar é uma boa modalidade de investimento, além de apresentar tarifas bem inferiores aos demais formatos e poder ser usada para conquistar um sonho ou objetivo de vida”, destaca Swierczynski.

 

O projeto gaúcho Cíngulo, aplicativo de suporte, desenvolvimento emocional e agendamento de consultas psicológicas, foi pré-selecionado para incubação no Oito, hub de empreendedorismo e inovação da Oi.

O edital recebeu inscrições de mais de 500 projetos de 23 estados, além de projetos dos Estados Unidos, da França e do Chile. A companhia divulgou 18 projetos que serão avaliados – seis serão selecionados para receber aporte de R$ 150 mil e desenvolver seu negócio ao longo de 2018.

Os principais critérios usados na escolha dos projetos para o Oito foram o grau de inovação, a qualificação da equipe, além do potencial de contribuir para o atendimento das novas demandas dos clientes ou gerar economia de custos e aumento de produtividade para a companhia. Dos 18 escolhidos para o período de pré-incubação em dezembro, metade é do Rio de Janeiro.

Os demais são de São Paulo (3), Minas Gerais (2), Distrito federal (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). Eles inscreveram projetos para desenvolver soluções em áreas como Internet das Coisas, Smart Cities, Serviços de Saúde, Serviços Educacionais, Digital Advertising e Soluções de Eficiência e Produtividade.

O Oito tem sede no Rio de Janeiro e vai funcionar em parceria com empresas de tecnologia e centros de pesquisa. “Será um ambiente totalmente voltado para inovação, suporte ao empreendedorismo e também economia criativa, que é uma das vocações do Rio de Janeiro”, afirma o presidente da Oi, Eurico Teles.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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