Bolsas de NY apagam ganhos do início do pregão e fecham em baixa – Jornal do Comércio

Os mercados acionários americanos fecharam em baixa nesta terça-feira, 5, com ações de bancos operando em queda em um movimento de realização de lucros devido a ganhos recentes. Papéis de tecnologia ensaiaram uma recuperação, mas a alta não foi suficiente para deixar os indicadores de ações dos Estados Unidos no terreno positivo.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,45%, aos 24.180,64 pontos; o S&P 500 recuou 0,37%, aos 2.629,57 pontos; e o Nasdaq perdeu 0,19%, aos 6.762,21 pontos. Foi o terceiro pregão consecutivo de queda do S&P 500 e do Nasdaq.

Desde a semana passada, quando o Comitê Orçamentário do Senado dos EUA aprovou o projeto de reforma tributária elaborado pelos senadores republicanos e deu aval para que o plenário do Senado passasse a medida, papéis de bancos operaram em forte alta, com expectativas por maiores lucros e por juros mais altos no futuro em meio a uma possível aceleração do aperto monetário empregado pelO Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Com esse pano de fundo, o Goldman Sachs caiu 0,93%, o J.P.Morgan cedeu 1,15% e o Citigroup perdeu 0,73%.

Desde o início do pregão, gigantes de tecnologia apontavam recuperação das fortes perdas registradas na segunda-feira. O movimento, no entanto, arrefeceu durante a tarde, em um movimento de busca por segurança, com os investidores migrando das ações para os Treasuries. O Google subiu 0,76%, a Amazon avançou 0,67% e a Microsoft ganhou 0,63%.

Já a Snap saltou 10,10% depois que analistas do Barclays elevaram a ação da companhia para overweight e demonstraram otimismo quanto à decisão da Snap de redesenhar o Snapchat e classificar o conteúdo de alguma forma algorítmica em vez de em ordem cronológica. Os analistas observaram que o Twitter e o Instagram “se beneficiaram muito” de mudanças semelhantes.

A Walt Disney, por sua vez, ajudou na queda do índice Dow Jones ao ceder 2,72%. Investidores não viram com bons olhos a iniciativa da companhia de poder comprar a divisão de filmes e TV da Fox. Fonte: Dow Jones Newswires

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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