IA será usada para turbinar conexões por afinidade – Jornal do Comércio

Cerca de dois anos depois de ser lançado com a promessa de ser um aplicativo de relacionamentos em que as pessoas se conectam pelo que têm em comum, e não pela imagem, o Deeper já apresenta insights interessantes. Levantamento da empresa mostra que, após revelado completamente o perfil, 63% das pessoas continuam a conversa dentro do app.

Essa história começou em 2016, quando a startup venceu o Startup Weekend, promovido pela Unisinos. A primeira versão foi lançada dentro da universidade e teve 5 mil downloads em duas semanas. O app viralizou, a empresa pegou todos os
feedbacks e começou a preparar a segunda versão, que foi lançada em junho nas faculdades da grande Porto Alegre. “O nosso esforço de marketing inicial foi voltado para os alunos das instituições de ensino, mas estamos ampliando as ações para atingir um número ainda maior de pessoas”, relata o diretor de Marketing e sócio da Deeper, Lucas Pereira.

Atualmente, são 50 mil usuários, e a meta é aumentar esse número e levar o app para outros estados – já existe uma base no Rio de Janeiro e em São Paulo, que agora será potencializada. Isso porque a startup acaba de receber um investimento de R$ 300 mil da Moove On Participações, companhia de investimento em negócios inovadores.

Os recursos também vão permitir o acréscimo de novas funcionalidades. Na versão que está sendo preparada para o primeiro semestre de 2018, a ideia é usar a Inteligência Artificial (IA) para apurar ainda mais essa conexão, mapeando o perfil emocional dos usuários, e apresentar possíveis combinações cada vez mais eficientes. No último semestre, o aplicativo ficou entre os 35 mais baixados na App Store e no Google Play.

“Ajudar as pessoas a se conhecerem pela afinidade e não pela aparência ainda é o nosso grande diferencial. Mas, agora, estamos refinando mais essa busca”, conta. As fotos das combinações são levemente borradas, e o usuário só decide se revela após conhecer melhor a pessoa. Upgrades que foram sendo feitos recentemente já permitem que conversas possam acontecer mesmo com os usuários off-line.

O Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) da Braskem, em Triunfo, completa 15 anos com mais de mil patentes registradas e o desenvolvimento de tecnologias que estão sendo usadas em dezenas de países e até mesmo no espaço. Recentemente, os astronautas da Estação Espacial Internacional começaram a imprimir as suas próprias ferramentas usando o plástico verde, um polímero criado a partir da cana-de-açúcar em vez do petróleo, inovação que partiu do CTI, instalado no Rio Grande do Sul. No futuro, os astronautas poderão reciclar os resíduos no espaço.

Nos últimos cinco anos, a Braskem investiu R$ 1,3 bilhão em inovação, e tem laboratórios nos Estados Unidos, no México e na Alemanha. Mas é no Rio Grande do Sul que está uma parte significativa dessa estrutura: das mais de 300 pessoas que fazem parte do ambiente de inovação da Braskem, cerca de 180 atuam em Triunfo. 

“O CTI já foi inaugurado como um centro de muita relevância para o setor químico e, ao longo dos 15 anos, através de investimentos e integração de empresas, foi crescendo. Queremos contribuir para moldar a indústria química do futuro”, afirma o gerente de Inovação & Tecnologia, responsável pelo CTI, Alessandro Cauduro. Entre 2013 e 2016, mais de 50 novos produtos foram acrescentados ao portfólio.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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