Confiança dos empresários do comércio gaúcho fecha dezembro com alta de 8,9% – Jornal do Comércio

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) do Rio Grande do Sul voltou subir e, pelo quarto mês consecutivo, registrou resultado acima dos 100 pontos em dezembro. O indicador fechou o último mês de 2017 aos 104,9 pontos e alta de 8,9% em relação a dezembro de 2016, indicando cenário de otimismo segundo pesquisa da Fecomércio-RS.

Na avaliação da entidade, o resultado indica que a confiança do empresário terminou o ano em linha com o processo de recuperação da atividade econômica. “Para 2018, os possíveis cenários eleitorais e suas incertezas pautarão o ânimo dos empresários”, destaca Luiz Carlos Bohn, em nota.

O indicador que mede as condições atuais do empresário do comércio (ICAEC) apresentou elevação de 32,5% sobre dezembro passado, chegando aos 80,0 pontos. Embora ainda em nível pessimista, a percepção dos empresários do comércio gaúcho permaneceu em recuperação ao longo de todo o segundo semestre de 2017, processo verificado tanto na economia em geral como em relação à própria empresa. O resultado de dezembro na comparação interanual reflete também o momento de inflação baixa e juros reduzidos, além do cenário mais favorável de vendas de final de ano, de acordo com a pesquisa.

As expectativas dos empresários do comércio (IEEC) permanecem em nível otimista, atingindo 141,0 pontos em dezembro, um leve recuo de -0,8% no confronto com o mesmo mês de 2016. No final do ano, a percepção dos empresários sobre o processo de recuperação da economia permaneceu consistente, puxada especialmente pelo recuo da taxa básica de juros no nível mais baixo da história, além do primeiro resultado positivo do PIB em dois anos.

Os dados referentes aos investimentos do empresário do comércio (IIEC) tiveram alta de 8,3% na comparação com dezembro de 2016, alcançando a 93,6 pontos. O indicador mantém sua trajetória em direção à neutralidade, e revelou um patamar otimista na intenção de contratação de funcionários, que deve seguir aumentando na medida em que a capacidade ociosa das empresas for diminuindo.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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