Em sintonia com exterior, Ibovespa fecha em alta pelo 9º pregão consecutivo – Jornal do Comércio

Embalado pelos bons ventos vindos do exterior e perspectivas para um ambiente doméstico mais favorável, o Ibovespa rompeu a barreira dos 79 mil pontos no início da segunda etapa e fechou o nono pregão consecutivo em alta. O principal índice da bolsa brasileira perdeu força no final da tarde, mas, ainda assim, encerrou a sessão com valorização de 0,84%, aos 78.647,41 pontos, renovando sua pontuação máxima histórica. Com isso, o índice já acumula ganho em torno de 8,3% no período.

Para analistas, a bolsa brasileira espelhou o otimismo observado em suas pares mundiais, a começar pelo índice Nikkei, que fechou acima da marca de 23 mil pontos pela primeira vez desde janeiro de 1992, aliado à força dos mercados acionários em Nova Iorque, que renovaram máximas sucessivas durante o dia, com o Dow Jones superando 25 mil pontos.

O apetite pelo risco fez com que investidores estrangeiros alimentassem também o giro financeiro da bolsa por aqui. O volume, que chegou a R$ 9,6 bilhões, é maior que a média da primeira semana de janeiro do ano passado, que ficou em torno de R$ 5,6 bilhões. “Tendo fluxo, a bolsa anda bem”, disse um operador. De acordo com a B3, os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 865,817 milhões no primeiro pregão de 2018, terça-feira dia 2. Naquele dia, o Ibovespa fechou em alta de 1,95%, aos 77.891,03 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5,06 bilhões.

Para Carlos Soares, analista de investimentos da Magliano Corretora, o fluxo puxado pelo mercado global teve apoio na divulgação de indicadores econômicos muito positivos, como os dados do PMI de serviços da China, que veio reforçando a visão de que o país segue em ritmo de crescimento.

Marco Saravalle, analista da XP Investimentos, complementa que o cenário global está jogando a favor e, por falta de notícia política no front interno, os investidores conseguem olhar para os fundamentos, que mostram dados positivos com perspectiva de lucro corporativo.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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