Google detecta falhas em chips de vários fabricantes – Jornal do Comércio

Especialistas em segurança do Google descobriram graves falhas de segurança em processadores para computadores fabricados pela Intel e outras empresas. A equipe Project Zero do Google afirmou que a vulnerabilidade poderia permitir que alguém através de um acesso remoto coletasse senhas e outros dados sensíveis da memória de um sistema.

A empresa revelou a falha logo após a Intel ter dito que estava trabalhando para corrigir esta brecha. A Intel disse que o usuário médio não experimentará deficiências significativas no desempenho de seus computadores enquanto resolve o problema.

Tanto a Intel quanto o Google disseram que planejavam revelar o problema na próxima semana, quando uma solução já tivesse sido desenvolvida. As empresas de tecnologia muitas vezes ocultam os detalhes dos problemas de segurança até que haja uma solução, de modo que os hackers não tenham como se aproveitar deles.

Neste caso, porém, o fabricante de chips foi forçado a revelar o problema após uma reportagem do portal de tecnologia britânico The Register, que causou a queda das ações da companhia.

O Google disse que a falha também está presente em outros processadores e nos dispositivos e sistemas operacionais com os quais eles trabalham. Embora a Intel tenha mencionado sua rival AMD entre as empresas com as quais trabalha para lidar com o problema, esta declarou acreditar que seus produtos são seguros por serem de projetos distintos.

Até o final de novembro, mais de 80% das estados já haviam aderido ao Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (Cemi), que reúne os aparelhos roubados, furtados ou extraviados. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em agosto, o Cemi registrou cerca de 46,5 milhões aparelhos bloqueados. Houve um crescimento de 4,85% no número de bloqueios e novembro fechou o mês com cerca de 48,9 milhões de celulares impedidos.

Com a adesão, o registro para o bloqueio de aparelhos roubados, furtados ou extraviados pode ser feito diretamente pelas polícias estaduais, sem necessidade de o consumidor procurar a prestadora. Com o Cemi, foi desenvolvido um ambiente on-line que permite às polícias fazer o registro dos terminais diretamente na base de dados. A facilidade também vale para comerciantes, distribuidoras ou fabricantes de celular que tiverem cargas roubadas e não precisam contatar as prestadoras móveis para o bloqueio; basta acionar os órgãos de segurança.

Apenas cinco estados ainda não aderiram ao sistema: Acre, Alagoas, Amapá, Maranhão e Pará. A área técnica da Anatel tem mantido contato com últimos estados que ainda não aderiram ao cadastro para que todo o País faça parte do projeto.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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