Nextel conclui negociação de financiamento com BB, Caixa e China Development Bank – Jornal do Comércio

A Nextel anunciou, nesta segunda-feira (8), que recebeu aval da China Export and Credit Insurance Corporation (Sinosure) para o aditamento dos contratos de financiamento negociados junto ao China Development Bank (CDB), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Em troca de mudanças nas linhas de crédito, a empresa ofereceu garantias adicionais aos credores na forma de direitos preferenciais a valores mantidos em determinadas contas bancárias e ainda equipamentos e propriedades.

Dentre as mudanças nos contratos, conforme a Nextel, está a aprovação de US$ 386 milhões dos pagamentos do valor principal (cerca de R$ 1,28 bilhão) nos primeiros 48 meses a partir da data de efetividade, liberando caixa que poderá ser usado para financiar as operações da Nextel Brasil; extensão do prazo de vigência dos financiamentos para 98 meses, a contar da data em que as alterações se tornaram efetivas; e suspensão da obrigação de cumprimento de certos covenants financeiros, entre eles o da dívida líquida, até 30 de junho de 2020.

“As alterações aos nossos contratos de financiamento com CDB, BB e Caixa nos fornecem uma estrutura de capital apropriada para o longo prazo, diminuindo a pressão sobre nossa liquidez”, afirma Dan Freiman, CFO da NII Holdings, dona da Nextel.

Segundo ele, com cerca de US$ 420 milhões em caixa (R$ 1,33 bilhão), a empresa está em melhor posição para investir no crescimento do seu negócio 3G/4G no Brasil e dar continuidade aos esforços para reduzir custos e seguir melhorando suas métricas operacionais. No quarto trimestre, conforme o executivo, a rotatividade (churn) de clientes 3G/4G foi reduzida para 3,47%.

A Nextel informa ainda, em comunicado à imprensa, que, em 28 de dezembro de 2017, foi informada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de que foram liberadas garantias de performance relacionadas às obrigações de cobertura geográfica da rede da Nextel no Brasil. Assim, a empresa espera recuperar R$ 156 milhões em colaterais de caixa relacionados a essas garantias.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!