Taxa de ocupação da Gol no 4º trimestre sobe a 80,9% – Jornal do Comércio

A Gol divulgou seus resultados prévios de tráfego referentes a dezembro, ao último trimestre e a todo o ano de 2017. No quarto trimestre, a taxa de ocupação dos voos oferecidos pela companhia aérea fechou em 80,9%, ante 77,6% do mesmo período de 2016. Em dezembro, a taxa ficou em 81%, ante 79% em dezembro do ano anterior, e em 12 meses, o indicador ficou em 79,7%, ante 77,5% em 2016.

No quarto trimestre, a oferta de assentos, representada pela sigla ASK, cresceu 3,5%, enquanto o indicador de demanda (RPK) avançou 7,8% na comparação anual. Em dezembro, a ASK avançou 5,5%, enquanto a RPK subiu 8,2%. Em 2017, a oferta cresceu 0,8%, ante aumento de 3,6% na demanda. O número total de passageiros transportados pela Gol no quarto trimestre cresceu 6,9%. Em dezembro, esse número aumentou 6,3%, e em 2017, ficou praticamente estável (+0,4%).

Entre outubro e dezembro, a melhora na taxa de ocupação foi impulsionada pelo mercado doméstico, com aumento de 3,7 pontos porcentuais, para 81,6%. Em dezembro, o indicador cresceu 1,9 ponto, para 81,4%. Já em todo o ano a ocupação foi de 80,2% nos voos dentro do Brasil, ante 77,9% em 2016.

No mercado local, a demanda cresceu 7,7% no trimestre, ante avanço de 2,8% da oferta. Em dezembro, a RPK subiu 7% ante 4,5% de avanço da ASK. Em 2017, houve aumento de 3,7% da demanda por voos domésticos, ante crescimento de 0,9% da oferta.

Nas rotas internacionais, a taxa de ocupação caiu no quarto trimestre, de 75,6% para 75,1% na comparação anual. Em dezembro, houve aumento de 3,2 pontos, para 77,2%. No ano de 2017, os voos para fora do Brasil fecharam com ocupação de 76%, ante 74,6% em 2016.

Nos últimos três meses do ano passado, a demanda cresceu 8,7% nos voos internacionais, ante avanço de 9,4% da oferta. Em dezembro, os crescimentos foram de 19,3% e 14,5%, respectivamente. Em 2017, a demanda cresceu 2,1%, ante oferta praticamente estável (+0,2%).

Em relação à pontualidade dos voos, a Gol registrou piora no quarto trimestre, passando de 94% para 92,5%. Em 2017, esse indicador ficou praticamente estável em 94,7%. Em dezembro, caiu de 93,8% para 90,6%.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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