França investiga Apple por desacelerar modelos antigos – Jornal do Comércio

TECNOLOGIA


Notícia da edição impressa de 10/01/2018.
Alterada em 09/01 às 21h06min

França investiga Apple por desacelerar modelos antigos

Fabricante pediu desculpas por reduzir o ciclo de vida de aparelhos

/JUSTIN SULLIVAN/GETTY IMAGES/AFP/JC

Promotores públicos na França abriram uma investigação sobre a Apple após a revelação de que a empresa norte-americana vinha clandestinamente desacelerando os processadores de versões antigas do iPhone. O inquérito será liderado pelo órgão francês responsável por combates a fraudes, que integra o Ministério de Finanças do país.

A decisão veio depois de um grupo francês de direitos dos consumidores apresentar uma queixa legal com o objetivo de impedir que empresas causem a obsolescência intencional de produtos.

Na França, é ilegal a prática de reduzir o ciclo de vida de produtos deliberadamente, de forma a incentivar consumidores a substituí-los.

No mês passado, a Apple pediu desculpas por desacelerar iPhones antigos de maneira velada, alegando que a medida seria necessária para evitar falhas de funcionamento relacionadas a baterias gastas.

Processos judiciais contra a Apple estão em andamento nos EUA e em Israel.

 

Bateria do iPhone superaquecida
deixa oito pessoas feridas na Suíça

Oito pessoas ficaram ligeiramente feridas, e uma loja da Apple teve que ser evacuada ontem, em Zurique, na Suíça, por causa da bateria superaquecida de um iPhone. Um cliente entrou apressadamente na loja, localizada na principal artéria comercial de Zurique, “devido a uma bateria superaquecida que liberava fumaça”, segundo o comunicado dos policiais.

O funcionário que tentou remover a bateria sofreu “queimaduras leves” nas mãos, e outras sete pessoas tiveram que ser tratadas no local. A equipe da loja derramou areia de quartzo na bateria para conter a fumaça.

Os cerca de 50 clientes e funcionários que estavam no local foram retirados. Especialistas do Instituto Forense de Zurique estão analisando a bateria para tentar determinar a causa do incidente.


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Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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