Juros curtos e médios sobem com S&P, após rondarem estabilidade – Jornal do Comércio

Os juros futuros de curto e médio prazos voltaram a subir nesta sexta-feira (12) após terem rondado a estabilidade, sem direção única, pressionados pelo enfraquecimento do dólar ante o real após a abertura do lado positivo.

Nos primeiros negócios, os ajustes da curva de juros foram de ganhos leves, na esteira do dólar mais alto, e quando os ativos locais precificaram o rebaixamento de quinta-feira do rating soberano do País de BB para BB-, com perspectiva estável, pela agência de classificação de risco S&P Global. Esse anúncio foi feito após o fechamento dos mercados na quinta.

Com o dólar em baixa no exterior frente a moeda principais e sem direção única diante de divisas ligadas a commodities, o mercado de câmbio local ajustou posições para baixo pontualmente. Até porque um downgrade do País já vinha sendo considerado desde meados de dezembro no mercado por causa da deterioração fiscal e do adiamento da reforma da Previdência. Pouco antes do fechamento deste texto, no entanto, o dólar voltava a mostrar ligeira alta, trazendo pressão às taxas curtas e de médio prazo.

Às 9h43min, o DI para janeiro de 2019 estava em 6,910%, na máxima, de 6,890% no ajuste de quinta. O DI para janeiro de 2020 exibia a 8,06%, de 8,04%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021 marcava 8,88%, igual ao ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2023 estava em 9,69%, também no mesmo nível do ajuste de quinta.

No câmbio, no horário acima, o dólar à vista estava em alta de 0,14%, aos R$ 3,2202. Na mínima, recuou aos R$ 3,2142 e, na máxima, subiu aos R$ 3,2217, após a abertura, ante fechamento na quinta em R$ 3,2156. Já o dólar futuro de fevereiro subia 0,12%, aos R$ 3,2275. Na mínima, ficou em R$ 3,2210 e na máxima, aos R$ 3,2295, ante fechamento de quinta em R$ 3,2235.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o setor de serviços registrou avanços disseminados entre as atividades pesquisadas na passagem de outubro para novembro. A alta de 1,0% no período foi o melhor desempenho para o mês desde 2013, quando também tinha crescido 1,0%. Os dados foram monitorados e reforçam os sinais de melhora da economia local, mas ficaram em segundo plano.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!