INCC-M sobe 0,28% em janeiro ante alta de 0,14% em dezembro, revela FGV – Jornal do Comércio

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) ficou em 0,28% em janeiro após subir 0,14% em dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (26). O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,59% depois de o grupo ter registrado, no mês anterior, taxa de 0,22%.

Neste grupo, o componente Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,64%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. Segundo a FGV, o destaque foi a aceleração de materiais para estrutura, de 0,58% para 0,75%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,03% em dezembro para 0,39% em janeiro. Neste subgrupo, a FGV destacou o aumento das taxas de serviços e licenciamentos, cuja variação passou de 0,00% para 0,91%.

O índice referente à Mão de Obra subiu 0,03%, depois de alta de 0,07% em dezembro, devido aos reajustes salariais de várias categorias em Recife.

Recife foi a única capital que registrou desaceleração em janeiro (1,13% para 0,48%). As outras seis capitais pesquisadas mostraram avanço nas taxas entre dezembro e janeiro: Salvador (0,15% para 0,18%), Brasília (-0,04% para 0,27%), Belo Horizonte (0,18% para 0,19%), Rio de Janeiro (0,03% para 0,04%), Porto Alegre (0,10% para 0,37%) e São Paulo (0,08% para 0,34%).

Entre os itens que foram destaque da alta no primeiro mês de 2018 frente ao último de 2017 estão vergalhões e arames de aço ao carbono (apesar do alívio de 2,66% para 1,81%), tubos e conexões de PVC (-2,72% para 2,61%), argamassa (1,25% para 1,53%), tubos e conexões de ferro e aço (0,81% para 1,26%) e massa de concreto (-1,70% para 0,77%).

Já entre as principais influências individuais de baixa em janeiro estão cimento portland comum (0,85% para -0,25%), projetos (0,14% para -0,08%), portas e janelas de madeira (0,03% para -0,34%), refeição pronta no local de trabalho (0,08% para -0,10%) e ladrilhos e placas para pisos (mesmo com a taxa maior, de -0,36% para -0,12%).

O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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