App permite conectar tutores de pets a anfitriões – Jornal do Comércio

A DogHero, aplicativo que conecta tutores de cachorros a anfitriões que hospedam pets em casa, acaba de captar R$ 8 milhões em investimento. Liderada pelos fundos Global Founders Capital (alemão) e IGNIA Partners (mexicano), a nova rodada teve a participação dos investidores anteriores – Monashees e Kaszek Ventures.

Com esse investimento, a startup espera conseguir acelerar o seu crescimento e se consolidar como um hub de serviços para animais de estimação na América Latina onde vivem mais de 100 milhões de cães. Uma das metas para 2018 é duplicar o número de funcionários e reforçar o lançamento de serviços complementares, como Dog Walker (passeios de cães), que já está disponível em São Paulo.

A empresa oferece residência domiciliar e personalizada aos cachorros. Pelo aplicativo, o tutor do animal seleciona o melhor anfitrião para receber e cuidar de pet em sua ausência. Ciente da preocupação que os donos de animais têm com os seus pets, a startup criou mecanismos para tentar cuidar de todos os detalhes da estadia, oferecendo assistência em caso de eventuais acidentes, além de suporte de contato à distância entre os responsáveis e seus bichos. Atualmente, a startup tem, na sua base, 15 mil anfitriões em 650 cidades de todo o Brasil nos últimos três anos. Além disso, são cerca de 1,1 mil em 20 cidades da Argentina – país em que opera desde junho de 2017.

O cofundador da DogHero, Eduardo Baer, comenta que o serviço de hospedagem traz conforto e segurança aos tutores de cães que precisam viajar. “O que existe, hoje, no mercado, são hotéis que oferecem serviços com preço elevado e impessoais, onde, na maioria das vezes, o cãozinho dorme em gaiolas ou canis”, analisa. “Os anfitriões estão preparados para cuidar dos cães com atenção e carinho com eles está liberado subir no sofá e na cama, como em casa”, acrescenta.

O boca a boca é uma das aliadas da operação: 98% dos clientes recomendam DogHero para amigos e familiares. Aliás, a receita da empresa cresceu três vezes no ano passado “Esse resultado fortaleceu nossa posição como maior player de hospedagem para animais no Brasil e na Argentina”, celebra o cofundador da empresa, Fernando Gadotti. Em julho de 2016, a startup já havia levantado R$ 8 milhões (liderada por Monashees, com participação da Kaszek Ventures). Até hoje, a empresa recebeu cerca de R$ 18 milhões em investimento.

Uma luva robótica controlada pelo cérebro para reabilitar pessoas que tiveram Acidente Vascular Cerebral (AVC) deu para a Neurobot o primeiro lugar da categoria Startups em Criação, do 3º Prêmio Desafio Pfizer.

O objetivo da invenção é estimular a neuroplasticidade, ou seja, a capacidade de o cérebro se adaptar ao longo das experiências vividas, um mecanismo importante após lesões e eventos traumáticos. Ao vestir a luva, o paciente coloca o dispositivo em sua cabeça e é incentivado a abrir a mão. Então, o aparelho capta o comando cerebral e leva a informação à luva, que executa a função. A empresa pretende comercializar o produto para clínicas de fisioterapia.

A Life Up foi a primeira colocada na categoria Startups em Expansão com o aplicativo Cangame Maker, que facilita o aprendizado para pacientes com autismo, síndrome de Down e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Na categoria Inventor, o vencedor foi o engenheiro de produção Gianmaria Cominato Filho, que desenvolveu uma touca térmica para evitar a queda de cabelos associada ao tratamento com quimioterapia.

Todos os vencedores terão a oportunidade de participar de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. Eles também poderão escolher três áreas nas quais desejam receber mentoria da Innovster, consultoria empresarial que apoia a iniciativa.

Além disso, por meio de uma parceria com a Associação Nacional dos Inventores (ANI), os projetos vencedores ganharão um registro de patente. O 3º Prêmio Desafio Pfizer recebeu 132 inscrições, sendo 42 de inventores e outras 90 de startups.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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