Santander Brasil tem lucro líquido gerencial de R$ 2,752 bi no 4º trimestre – Jornal do Comércio

O Santander Brasil, que abre nesta terça-feira (30), a temporada de divulgação de resultados dos grandes bancos no País, registrou lucro líquido gerencial, que não considera ágio de aquisições passadas, de R$ 2,752 bilhões no quarto trimestre de 2017, cifra 38,36% maior que a registrada no mesmo período do ano anterior, de R$ 1,989 bilhão. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, quando somou R$ 2,586 bilhões, o desempenho da instituição espanhola no País foi 6,4% superior.

No ano passado, o lucro líquido do Santander, também no quesito gerencial, alcançou R$ 9,953 bilhões, expansão de 35,6% em relação a 2016, quando somou R$ 7,339 bilhões. Com tal desempenho, o banco espanhol reportou o melhor resultado de sua história no Brasil, o segundo ano da gestão de Sérgio Rial, que substituiu o espanhol Jesús Zabalza, em janeiro de 2016.

“Em 2017 alcançamos resultados historicamente destacados, refletindo uma dinâmica de forte aceleração comercial, velocidade das inovações e serviços”, destaca o Santander, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.

Ao final de dezembro, a carteira de crédito ampliada do Santander somava R$ 347,907 bilhões, alta de 3,4% ante setembro, de R$ 336,409 bilhões. Em um ano, quando a cifra era de R$ 322,783 bilhões, foi visto crescimento de 7,8%.

Os ativos totais do Santander Brasil alcançaram R$ 683,732 bilhões no quarto trimestre, montante 1% maior que o visto no trimestre anterior. Em um ano, porém, foi vista queda de 2,6%.

Já o seu patrimônio líquido atingiu R$ 58,869 bilhões no fim de dezembro, com recuo de 4,4% em relação a setembro, mas elevação de 5,9% em 12 meses. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) do banco, ajustado pelo ágio, foi a 18,3%, acima dos 17,1%, registrados no terceiro trimestre.

No conceito societário, que leva em conta ágio de aquisições feitas pelo banco, o lucro líquido do Santander Brasil no quarto trimestre foi de R$ 2,498 bilhões, expansão de 39,2% na comparação com o terceiro trimestre, de R$ 1,795 bilhão. Em 12 meses, quando somou R$ 1,537 bilhão, foi visto salto de 62,52%. No ano, foi a R$ 7,997 bilhões, elevação de 44,5% ante 2016, que totalizou R$ 5,533 bilhões.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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