BC: Arrecadação e queda em despesas explicam resultado fiscal melhor – Valor

BRASÍLIA  –  O aumento da arrecadação, a queda nas despesas discricionárias e as receitas extraordinárias explicam a melhora do resultado fiscal de 2017, perante um ano antes, segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

O déficit primário caiu de R$ 155,791 bilhões em 2016, ou 2,49% do Produto Interno Bruto (PIB), para R$ 110,583 bilhões, ou 1,69% do PIB, um ano depois.

O resultado dos governos regionais fechou o calendário com superávit de R$ 8,8 bilhões, mesmo com um déficit de R$ 10,130 bilhões em dezembro. Em 2016, os entes subnacionais tinham registrado superávit de R$ 4,519 bilhões.

Na conta de juros, Rocha explica que os swaps geraram ganho de R$ 75,6 bilhões em 2016 e que esse ganho se limitou a R$ 7 bilhões um ano depois. Fazendo um exercício analítico, a conta de juros diminuiu R$ 75 bilhões na ausência dos swaps, queda explicada pela redução da Selic e da taxa de inflação.

A conta de juros caiu de R$ 407,024 bilhões, ou 6,5% do PIB em 2016, para R$ 400,826 bilhões, ou 6,11% do PIB em 2017.

Fonte Oficial: Valor.

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