Demissões superaram contratações em 40% das cidades do Brasil – Jornal do Comércio

Taxa de desemprego no País alcançou recorde no ano passado, com índice de 13,7%

/MAURO SCHAEFER/ARQUIVO/JC

Em 2017, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho, 40% das cidades brasileiras ficaram no vermelho quando o assunto é emprego formal. Isso quer dizer que, em 2.244 dos 5.553 municípios, o número de demissões foi maior que o de admissões no ano que passou. Os municípios que mais demitiram foram o Rio de Janeiro (-55 mil vagas com carteira), São Paulo (-14,6 mil) e Porto Alegre (-9,6 mil).

No ano que passou, a taxa de desemprego no Brasil bateu recorde, chegando a 13,7% no primeiro trimestre do ano – hoje está em 12% -, quando considerados, além dos empregos com carteira assinada, os postos informais, medidos pela Pnad, do IBGE. No entanto, o mercado formal de algumas cidades foi na contramão e conseguiu que a criação de vagas se sobrepusesse às demissões. É o caso de
Joinville, em Santa Catarina, Aparecida de Goiânia, em Goiânia, e Bebedouro, em São Paulo, que lideraram, nessa ordem, o ranking das cidades que mais geraram vagas com carteira de trabalho no ano que passou.

As despesas do governo federal com o Programa Seguro-Emprego (PSE), antigo Programa de Proteção ao Emprego (PPE), não poderão ultrapassar o valor de R$ 331,6 milhões neste ano. O limite está fixado em decreto assinado pelo presidente Michel Temer e o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) de ontem.

De acordo com o decreto, o valor já consta da Lei nº 13.587, de 2 de janeiro deste ano, a Lei Orçamentária de 2018. O limite anual fixado para 2018 é um pouco superior ao de 2017, que foi de R$ 327,280 milhões.

O PSE permite a participação de empresas de todos os setores em dificuldade econômico-financeira que celebrarem acordo coletivo de trabalho específico de redução de jornada e de salário. Pelo programa, as companhias podem reduzir 30% da jornada e do salário do trabalhador, com reposição de metade do valor pelo governo.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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