Produção de bens de capital fica estável em dezembro ante novembro, segundo IBGE – Jornal do Comércio

A produção da indústria de bens de capital ficou estável em dezembro ante novembro, informou nesta quinta-feira (1), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com dezembro de 2016, o indicador mostrou crescimento de 8,8%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF). No ano de 2017, houve crescimento de 6,0% na produção de bens de capital.

Em relação aos bens de consumo, a pesquisa registrou alta de 2,7% na passagem de novembro para dezembro. Na comparação com dezembro de 2016, houve aumento de 3,9%. No ano de 2017, a produção de bens de consumo subiu 3,2%.

Na categoria de bens de consumo duráveis, o mês de dezembro registrou alta de 5,9% ante novembro, além de avanço de 20,8% em relação a dezembro de 2016. No ano de 2017, houve aumento de 13,3%.

Entre os bens de consumo semiduráveis e os não duráveis, houve elevação na produção de 3,0% em dezembro ante novembro e alta de 0,2% na comparação com dezembro do ano anterior. Em 2017, a produção cresceu 0,9%.

Para os bens intermediários, o IBGE informou que a produção subiu 1,7% em dezembro ante novembro. Em relação a dezembro de 2016, houve crescimento de 4,2%. No ano de 2017, os bens intermediários tiveram aumento de 1,6%.

O índice de Média Móvel Trimestral da indústria teve leve alta de 1,2% em dezembro.

Maior alta desde junho de 2013

A alta de 2,8% na produção industrial em dezembro de 2017 ante novembro foi a mais acentuada desde junho de 2013, quando a indústria tinha registrado expansão de 3,5%, informou o IBGE.

O resultado agora divulgado foi o quarto desempenho positivo consecutivo, período em que a produção acumulou uma expansão de 4,2% (de setembro a dezembro). A taxa de crescimento acumulada pela indústria em 2017, de 2,5%, foi a mais elevada desde 2010, quando a alta foi de 10,2%.

O IBGE revisou o dado da produção industrial do mês de novembro ante outubro, de 0,2% para 0,3%. A taxa de outubro ante setembro também foi revista, de 0,3% para 0,6%, enquanto a de setembro ante agosto passou de 0,3% para 0,5%. A taxa de agosto ante julho ficou menos negativa, passou de -0,6% para -0,3%.

A produção de bens de capital de novembro ante outubro foi revista de 0,0% para 0,7%. A taxa de outubro ante setembro saiu de 1,1% para 0,8%.

O IBGE revisou, ainda, a produção de bens de consumo semiduráveis e não duráveis de novembro ante outubro, de -1,6% para -2,4%. A taxa de outubro ante setembro passou de 1,0% para 1,2%.

A produção de bens de consumo duráveis em novembro ante outubro foi revista de 2,5% para 2,8%. A taxa de outubro ante setembro passou de -1,7% para -1,5%.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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