Brasil adere a organismo de energia renovável – Jornal do Comércio

O Brasil iniciou, oficialmente, o processo de adesão para se tornar membro pleno da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena). O organismo internacional foi criado para apoiar o desenvolvimento de energias renováveis e a redução de emissões de gases de efeito estufa.

Inicialmente, a Irena teve como foco o fomento às tecnologias eólica e solar produzidas nos países desenvolvidos, mas passou a considerar também os bicombustíveis e a energia hidráulica no escopo dos seus trabalhos.

“A energia renovável não só ajudará a atender à demanda de energia do Brasil, mas também impulsará o crescimento econômico e criará oportunidades de emprego”, disse o diretor-geral da Irena, Adnan Z. Amin, em comunicado.

A agência considera que, enquanto a energia hidrelétrica continua a dominar o seu mix de geração de energia, o Brasil também está emergindo com energia solar e energia eólica (ventos). Segundo o comunicado, o País foi o quinto mercado mundial em expansão de eólicas e tem 11 gigawatts (GW) instalados. O objetivo é chegar a 24 GW até 2024.

A associação internacional prometeu contribuir com a plataforma Biofuturo, liderada pelo Brasil e que reúne vários países com o objetivo de promover a bionergia. Além disso, o corpo técnico da agência poderá, também, proporcionar mais vantagens para o desenvolvimento das energias solar e eólica no Brasil. Além disso, poderá atrair investimentos, financiamentos e divulgação de processos licitatórios, beneficiando-se do apoio institucional da organização.

Em outubro passado, o Brasil se associou à Agência Internacional de Energia (AIE) como país não membro.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!