Cesta básica de Porto Alegre tem alta de 4,67% em janeiro e segue sendo a mais cara do País – Jornal do Comércio

O custo da cesta básica de Porto Alegre registrou, em janeiro deste ano, alta de 4,67%, passando de R$ 426,74 em dezembro de 2017 para os atuais R$ 446,69. Com a alta, a Capital gaúcha segue liderando como a mais cara do País, à frente de Rio de Janeiro (R$ 443,81) e São Paulo (R$ 439,20). Os menores valores médios foram encontrados em Salvador (R$ 333,98) e Aracaju (R$ 349,97). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Na avaliação mensal, dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais previstos, cinco subiram de preço em Porto Alegre: o tomate (34,84%), a banana (5,90%), a carne (4,39%), a batata (2,52%) e o óleo de soja (1,26%). Em sentido inverso, sete itens ficaram mais baratos: o feijão (-5,27%), o leite (-4,55%) o açúcar (-3,28%), o café (-2,75%), o arroz (-2,62%), o pão (-1,88%) e a manteiga (-1,46%). A farinha de trigo foi o único item que não registrou variação no mês.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, a cesta básica da Capital registrou queda de 1,54%, com oito produtos mais baratos: o feijão (-34,18%), a banana (-27,48%), o açúcar (-25,55%), óleo de soja (-15,22%), o arroz (-12,75%), a farinha de trigo (-6,21%), o leite (-4,55%) e o pão (-0,71%). Por outro lado, cinco itens registraram alta: o tomate (50,89%), a batata (41,79%), a manteiga (16,06%), o café (4,03%) e a carne (0,90%).

No dado nacional, a cesta básica apresentou alta de preço em 20 capitais brasileiras. Foram registradas altas mais expressivas em João Pessoa (11,91%), Brasília (9,67%), Natal (8,85%), Vitória (8,45%) e Recife (7,32%). Goiânia (0,42%) e Manaus (2,59%) anotaram as menores taxas.

Em janeiro, com base no preço do conjunto de alimentos em Porto Alegre, o salário mínimo ideal para uma família de quatro pessoas deveria ser R$ 3.752,65, equivalente a 3,93 vezes o mínimo atual de R$ 954, segundo os pesquisadores. Há um ano, a estimativa era de R$ 3.585,05.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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