Bolsas de Nova Iorque têm recuperação na semana – Jornal do Comércio

Os principais índices das bolsas de Nova Iorque terminaram a sessão desta sexta-feira (16), sem direção definida, à medida que os investidores aumentam cautela antes do feriado do Dia do Presidente. A semana foi marcada, no entanto, por ganhos.

O índice Dow Jones terminou em 25.219,38 pontos, alta semanal de 1.028,48 pontos (+4,25%) e diária de 19,01 pontos (+0,08%). O Nasdaq foi para 7.239,47 pontos, ganho semanal de 364,98 pontos (+5,31%) e perda na sessão de 16,96 pontos (-0,23%). O S&P 500 encerrou em 2.732,22 pontos, avanço na semana de 112,67 pontos (+4,30%) e no pregão de 1,02 ponto (+0,04%).

Nem mesmo os indicadores econômicos dos EUA deram margem a movimentos mais ousados nos mercados. Todos os dados de destaque divulgados nesta sexta-feira (sentimento do consumidor, preços das importações e construções de moradias iniciadas) vieram acima da expectativa dos analistas, mas nenhum deles foi capaz de dar fôlego a apostas mais arrojadas por parte dos investidores.

Os dados de inflação ao consumidor, ao produtor e dos importados, divulgados no decorrer da semana, aceleraram em janeiro, mas não assustam diante da queda inesperada nas vendas no varejo e na produção industrial.

Parece afastada, por ora, a suspeita de superaquecimento da economia americana, que poderia fazer com que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) tenha de ser mais ousado no aperto monetário em curso.

No noticiário setorial, destaque para o anúncio da proposta que aumenta os impostos para o aço e o alumínio nos Estados Unidos. A notícia fez a ação da siderúrgica Alcoa disparar 5% no intraday. Ao final, no entanto, o papel caiu 0,44%.

Os investidores digeriram os detalhes da proposta do órgão, que pode afetar inclusive as exportações brasileiras. Um dos pontos ponderados é o fato de a definição final da subida do imposto poder ser tomada até abril pelo presidente Donald Trump. Outra é o lobby que companhias e governos estrangeiros podem tentar fazer contra a medida.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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