Oracle expande o apoio global para as startups – Jornal do Comércio

A Oracle anunciou a expansão de seu ecossistema global de startups em um esforço para aumentar o impacto e o apoio dessa comunidade, alcançar mais empreendedores em todo o mundo e impulsionar a adoção de soluções de nuvem e inovação.

O movimento inclui o lançamento de um novo programa mundial virtual, denominado Oracle Scaleup Ecosystem, desenvolvido para que startups, empresas de capital de risco e sociedades de fundos privados possam ter altos níveis de crescimento e expansão. Esse programa está colaborando com as principais empresas de capital de risco e fundos privados e abordará entidades de alto crescimento nas regiões Emea, Japac e Américas, bem como um grupo de investidores e parceiros estratégicos.

O Oracle Scaleup Ecosystem oferece orientação, apoio para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), recursos de marketing e vendas, assistência para migração, créditos e descontos para nuvens e acesso a ecossistemas de clientes e produtos da Oracle.

“Estamos construindo um ecossistema capaz de gerar valor tangível para os negócios e crescimento da base de clientes e da receita para startups, para nossos clientes e para a Oracle”, comenta o vice-presidente sênior da Oracle para o Ecossistema de Startups e Aceleramento, Reggie Bradford.

Segundo ele, o Oracle Scaleup Ecosystem vai possibilitar à multinacional alcançar um maior número de empreendedores inovadores, independentemente da localização, incluindo startups em fases avançadas de desenvolvimento que precisam de acesso a soluções e recursos Oracle Cloud.

“O trabalho com a Oracle nos ajudou a acelerar o crescimento por meio do desenvolvimento de negócios e avanços tecnológicos”, afirma Rich Joffe, CEO da Stella.ai, uma plataforma de recrutamento baseada em inteligência artificial.

Além disso, a multinacional anunciou a inclusão da cidade de Austin (EUA) ao programa Oracle Startup Cloud Accelerator, o que vai aumentar o alcance da aceleradora para nove localidades no mundo: Bangalore, Bristol, Mumbai, Nova Deli, Paris, São Paulo, Cingapura e Tel Aviv.

O programa selecionará cinco ou seis startups por grupo e apoiará dois grupos por ano. As empresas selecionadas terão acesso à orientação prática técnica e de negócios dada por especialistas da Oracle e da indústria, a tecnologias avançadas por meio de créditos gratuitos do Oracle Cloud, a um espaço completo dedicado de coworking e ao vasto ecossistema global da Oracle com outras startups, clientes, investidores e parceiros.

“Em 2017, lançamos oito programas antes do previsto e atraímos quase 4 mil startups em todo o mundo para apenas 40 vagas no programa, uma indicação clara da enorme demanda”, relata Bradford.

Na semana passada, a Oracle abriu inscrições para a segunda turma do programa no Brasil. Serão selecionadas seis startups, que receberão orientação de especialistas técnicos e empresariais da Oracle e do mercado, espaço de colaboração, acesso a investidores, clientes e parceiros da Oracle, além de livre acesso às soluções Oracle Cloud.

“Muitas das startups que participaram da iniciativa tiveram a oportunidade de vender suas soluções para clientes da Oracle, além de engajar com nossos produtos”, comemora o presidente da Oracle do Brasil, Rodrigo Galvão.

 

A startup Aya Tech, de São Paulo, resolveu desenvolver um produto para acabar com um dos maiores inimigos do Brasil em 2018: a febre amarela. A solução é bastante simples: um repelente para ser aplicado em tecidos, e não sobre a pele.

O Protec afasta não só mosquitos, mas também pernilongos, pulgas e outros insetos, explica a fundadora da empresa, Fernanda Chechinato. Uma lata com 150 ml do produto, vendida por cerca de R$ 60,00, rende aplicação em até 4,5 m2 de tecido.

Além de proteger quem não pode receber vacinas contra a febre amarela, como bebês, o Protec também evita as picadas de mosquitos através da roupa. A Aya Tech aguarda a aprovação da Anvisa para negociar o Protec com grandes varejistas e ganhar escala no mercado.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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