Ibovespa fecha em alta e renova máxima histórica – Jornal do Comércio

O Ibovespa operou em trajetória distinta dos índices acionários em Nova Iorque e teve força para romper o patamar dos 86 mil pontos durante o pregão de ontem e encerrar em uma nova máxima histórica aos 85.803 pontos, com valorização de 1,19%.

De acordo com analistas, a sustentação dos ganhos dos papéis que fazem parte da carteira teórica veio pelo maior apetite dos investidores estrangeiros em um ambiente doméstico com a continuidade de notícias econômicas positivas, a despeito do enterro da reforma da Previdência.

Aliado a isso, diz Vitor Suzaki, analista da Lerosa Investimentos, o fato de dados de confiança do consumidor na zona do euro terem vindo abaixo da expectativa foi visto como uma indicação de que o Banco Central Europeu (BCE) pode vir a demorar mais para iniciar o aperto monetário.

As blue chips, prediletas desses investidores, tiveram alta expressiva durante todo o dia, desacelerando o ritmo perto do fim do pregão. Assim Petrobras ON e PN fecharam com ganhos de 1,78% e 1,95%, respectivamente, ao lado de Itaú Unibanco PN, 2,46%, Bradesco 3,04% e Banco do Brasil 2,95%. Na contramão, as Units do Santander (-0,96%).

O dólar operou em alta durante todo o pregão desta terça-feira, sob influência determinante do cenário externo. O noticiário em torno da suspensão da reforma da Previdência e das medidas compensatórias anunciadas pelo governo foi monitorado de perto, mas teve influência limitada nos negócios. No mercado à vista, o dólar fechou próximo da máxima do dia, cotado a R$ 3,2593, com ganho de 0,76%.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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