Gedeão defende redução de entraves aos novos negócios – Jornal do Comércio

Pela primeira vez como presidente do Sebrae-RS, em cujo cargo foi empossado na última terça-feira, Gedeão Pereira esteve ontem em visita ao Jornal do Comércio (JC). Acompanhado por Derly Fialho, diretor-superintendente da instituição, Gedeão foi recebido pelo diretor-presidente do JC, Mércio Tumelero, pelo diretor de Operações, Giovanni Jarros Tumelero, e pelo editor de Economia, Luiz Guimarães. No encontro, o dirigente falou sobre suas prioridades no comando do Sebrae gaúcho.

“Temos de nos focar, cada vez mais, em facilitar a criação e a sobrevivência de novos negócios. Um país cresce com empreendedorismo, e não com assistencialismo”, ressaltou Gedeão, que, com o falecimento de Carlos Sperotto, em dezembro de 2017, assumiu a gestão do Sebrae-RS e também a presidência da Federação da Agricultura do Estado (Farsul).

Para o novo presidente do Sebrae-RS, são as amarras burocráticas, tributárias e trabalhistas os maiores entraves para a criação e o crescimento de pequenas e microempresas. O peso do Rio Grande do Sul, destacou o executivo, também tem outro efeito nefasto para o desenvolvimento, a expansão e a criação de negócios. Para Gedeão, o Estado compete com o setor privado na atração de talentos, de forma desigual e com prejuízos para todos.

“O servidor é atraído pela estabilidade e por salários melhores do que os pagos pelas empresas em geral. O que, no fim, é uma conta paga por toda a população. Mas, depois que o Estado atrai talentos, o governo os amarra em sua ineficiência. Muitos desses talentos poderiam estar criando grandes empresas e gerando empregos neste País”, avalia o presidente da entidade.

No Sebrae, explicou Gedeão, o cargo será ocupado por ele somente até o final do ano. Em 2019, assumirá o comando o atual presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Petry, como previsto no sistema de rotação de lideranças da entidade. Sobre sua permanência na presidência da Farsul – cujo mandato também se encerra em 2018 -, porém, Gedeão foi menos preciso. “Não estou pensando nisso agora. Estou focando em encerrar os projetos que temos para o ano. Nos preocupa, por exemplo, a dívida milionária criada pelo Funrural”, disse.

1. Apple (eletrônicos)

2. Netflix (streaming de vídeo)

3. Square (meios de pagamento)

4. Tencent (mídias sociais)

5. Amazon (varejo on-line e tecnologia)

6. Patagonia (varejo de roupas)

7. CVS Health (farmácia)

8. The Washington Post (imprensa)

9. Spotify (streaming de música)

10. NBA (liga de basquete)

 

O jornal norte-americano The Washington Post ficou em oitavo lugar na lista das 10 empresas mais inovadoras do mundo da revista Fast Company, que avaliou 350 companhias. É a primeira vez que a publicação de 140 anos, controlada, desde 2013, pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos, aparece no ranking geral, ao lado de companhias de tecnologia como Apple, Netflix e a própria Amazon.

Em 2015 e 2017, o jornal já havia aparecido na lista dos mais inovadores na categoria “mídia” – na qual, neste ano, levou o primeiro lugar. A revista destacou as mudanças no modelo de negócios do The Washington Post, que se tornou, também, uma empresa de software, com a criação de sistemas inovadores – um deles é o Arc, publicador que facilitou a vida dos jornalistas da empresa.

A disparada de audiência da publicação também foi ressaltada: em novembro de 2016, o jornal superou os 100 milhões de visitantes únicos on-line e, em setembro de 2017, ultrapassou a marca de 1 milhão de assinantes digitais.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!