Petróleo sustenta ganhos e fecha em alta em meio a alívio com oferta dos EUA – Jornal do Comércio

Os contratos futuros do petróleo fecharam novamente em alta nesta sexta-feira (23) ainda sob efeito de dados que apontaram para um recuo inesperado dos estoques nos Estados Unidos, e após a empresa do setor Baker Hughes informar um aumento apenas moderado do número de plataformas em operação no país.

Na ICE, o Petróleo Brent para abril fechou em alta de US$ 0,92 (+1,39%), a US$ 67,31 por barril. Já na Nymex, em Nova York, WTI para o mesmo mês fechou em alta de US$ 0,78 (+1,24%), a US$ 63,55 por barril.

Os investidores do mercado aparentemente continuam otimistas após o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos EUA ter informado na quinta-feira que os estoques de petróleo bruto caíram 1,616 milhão de barris na semana passada, para 420,479 milhões de barris. O dado contrariou as expectativas de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento de 1,9 milhão de barris.

Mais cedo, o dólar fortalecido fez os contratos da commodity chegarem a recuar após apresentarem alta consistente na quinta com o impulso do Doe.

Os contratos ganharam força, no entanto, após a Baker Hughes informar que os EUA viram o acréscimo de apenas uma plataforma em atividade nos EUA. Embora esta tenha sido a quinta alta semanal consecutiva, o número baixo traz um pouco de alívio ao mercado.

Os investidores estão observando de perto os números do setor nos EUA, uma vez que o país vem aumentando consideravelmente a produção, os estoques e o número de plataformas em funcionamento.

Teme-se que o aumento das atividades nos EUA acabe invalidando os esforços da Organização dos Países Exportadores de petróleo (Opep) para reduzir a oferta, a fim de equilibrar os preços.

O recuo dos estoques americanos nesta semana e a garantia de autoridades de petróleo da Arábia Saudita de que a Opep vai continuar se esforçando para equilibrar o mercado injetaram bom humor entre os participantes do mercado nesta semana.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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