“Temos planos de trazer pelo menos três novas marcas para o Brasil”, diz CEO da Regus – Isto É



No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de Núcleo da Editora Três, recebe Tiago Alves, CEO da Regus, empresa de escritórios compartilhados do grupo britânico IWG. Apesar da crise econômica que vem massacrando o Brasil desde 2014, a empresa viu sua operação crescer como nunca no País. De 45 centros de 65 mil quadrados locáveis, em 2016, vai fechar 2018 com 75 centros de 140 mil metros locáveis. Nesta entrevista, o executivo vai contar como isso foi possível e quais são os planos da empresa, que nasceu a partir da venda de um food truck e hoje tem valor de mercado de 4 bilhões de libras esterlinas.

Neste terceiro bloco (acima), Alves fala sobre o mercado de coworking no Brasil. De acordo com o executivo, pesquisas apontam que 30% do mercado de escritórios será flexível em 10 ou 15 anos. “Hoje, apenas 3% do mercado de escritórios é flexível em São Paulo e Rio de Janeiro. Ou seja, tem um gap gigantesco”, diz. Segundo Alves, a indústria de coworking foi a terceira que mais cresceu no País em 2017. Além disso, a nova geração já compartilha o carro, o hotel, a casa e o local de trabalho, mas quer algo mais. “Existe muita demanda por conhecimento. Organizamos palestras e encontros mensais para a troca de experiências”, conta.

Assista ao quarto bloco da entrevista nesta quinta-feira (29), a partir das 7h30.

BLOCO 2

O executivo fala sobre o crescimento da empresa no Brasil. “A crise gerou muita demanda para os espaços flexíveis”, afirma Alves. Segundo ele, a recessão econômica permitiu que a empresa conseguisse locar imóveis que nunca estavam disponíveis. “Entramos em localidades ótimas que sempre estavam 100% ocupadas”, diz. De acordo com o executivo, o grupo não vai frear investimentos e deve continuar crescendo no mesmo ritmo. “Devemos investir R$ 82 milhões nos novos espaços que serão instalados no Brasil neste ano.”



BLOCO 1

Alves fala das vantagens de investir em um escritório compartilhado. “Os principais benéficos dos escritórios flexíveis são a redução de custos e não precisar de capital”, diz Alves. A Regus nasceu em 1989, quando o fundador da empresa, que era dono de um food truck, observou que os frequentadores de um café tinham dificuldade para realizar reuniões profissionais no local. Foi assim que ele teve a ideia de alugar a sala ao lado e transformá-la em um espaço de reuniões que podia ser locado por hora. “E assim nasceu o conceito de escritórios compartilhados”, conta. “Um espaço flexível para até 50 pessoas é cerca de 30% mais barato que um espaço tradicional”, afirma.

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Fonte Oficial: Isto É.

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