Gol prevê elevar oferta de assentos em até 10% em 2019 – Jornal do Comércio

A Gol anunciou nesta quarta-feira (7) projeções preliminares para 2019 além das estimativas atuais para 2018. Para o próximo ano, a companhia aérea prevê elevar a oferta de assentos (ASK) total em 5% a 10%, ante uma faixa de 1% a 3% esperada para 2018. O destaque é o mercado internacional, no qual a empresa espera crescimento de ASK entre 30% a 40% em 2019, contra aumentos de 7% a 10% previstos para este ano.

Já no mercado doméstico, a aérea espera elevar sua oferta de assentos entre 1% a 3% em 2019, após crescimento estimado de 0% a 3% em 2018. Para suas margens, a Gol prevê atingir margem Ebitda de 18% em 2019, acima dos 16% previstos para este ano. Para margem operacional (Ebit), as projeções são de 13% em 2019, também superior ao guidance para 2018, de 11%.

Para alavancagem, medida pela dívida líquida/Ebitda, a perspectiva é de que o indicador atinja 2,5 vezes em 2019, patamar abaixo das 3 vezes previstas para este ano. No indicador de receita líquida a empresa espera alcançar cerca de R$ 12 bilhões no próximo ano, acima dos R$ 11 bilhões previstos para 2018.

A Gol projeta ainda estabilidade dos investimentos (Capex) em torno de R$ 600 milhões. A tabela traz também previsões para Cask ex-combustível para o ano, que deve ficar em cerca de 15,0 centavos em 2018 e 2019.

A Gol informa, ainda, que superou o seu guidance para ASK em 2017, que cresceu 0,8%, contra o nível de 0,5% estimado. Outro resultado que ficou acima do projetado foi o de receita líquida, que atingiu R$ 10,6 bilhões em 2017, contra estimativa de em torno de R$ 10,4 bilhões.

A companhia também atingiu sua projeção para margem Ebitda, tendo fechado o ano com 14,1% (ante cerca de 14% estimados). Os resultados também ficaram em linha para a margem operacional, que atingiu 9,4%, contra previsão de cerca de 9%. Já a alavancagem (dívida líquida/Ebitda) ficou em 3 vezes, contra projeção de 3,4 vezes. Por fim, o indicador de Cask ex-combustível atingiu 14,5 centavos, contra 14 centavos projetados.

No quarto trimestre de 2017, a Gol operou em suas rotas a totalidade da frota de 119 Boeing 737-NGs. O número é menor que o registrado em 2016, quando a companhia operava 121 aeronaves de uma frota de 130. Das nove remanescentes à época, sete estavam em processo de devolução e duas foram subarrendadas para outra companhia aérea. Segundo a Gol, da atual frota completa, 88 aeronaves estão em regime de leasing operacional e 31 como leasing financeiro. Do total de aeronaves, 31 possuem opção para compra ao final do contrato.

A idade média da frota da aérea foi de 9,2 anos ao final do quarto trimestre. “Para manter a idade média nesse nível baixo, a companhia possui 120 pedidos firmes para aquisição de aeronaves Boeing 737 MAX 8 para renovação da frota até 2028”, destaca a copmpanhia em informe de resultados.

A Gol espera receber o primeiro Boeing 737 MAX 8 em julho deste ano e, com isso, iniciar os trabalho de incorporação das novas aeronaves à frota no segundo semestre. Os Boeing 737 MAX 8 serão operados nos novos destinos anunciados recentemente pela empresa – no início de novembro, a Gol começa a voar para Miami e Orlando a partir de Brasília e Fortaleza.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!