Principais mudanças dependemde apressar a desburocratização – Jornal do Comércio

Em um cenário de expectativas de que o País volte a crescer após um “dos períodos mais difícil de sua história”, o segmento do agronegócio, que segue relativamente estável mesmo com a crise, demandará ações mais contundentes e maior liberdade operacional, com menos burocracia, destaca o diretor da Farsul, José Alcindo de Souza Ávila. “O Brasil é muito burocratizado e isso tem que mudar. Os jovens que serão os empresários de amanhã já têm uma ótica diferente, mas queremos mudança também na política.” Para Ávila, a reforma trabalhista já promoveu benefícios ao mercado, agindo como um facilitador para a geração de empregos.

O gerente Comercial e de Marketing da Randon Consórcio, Cleber Luis Sanguanini avalia que o País vive um processo lento de recuperação e a expectativa é que “a desoneração da folha venha a contribuir com a economia e com o emprego”.

Já na visão do empresário da área de serviços de alimentação, Ilmar José Tasca, sócio-proprietário da Churrascaria Barranco, um dos principais entraves do País continua sendo a carga tributária “insuportável”. “Torcemos para que as reformas aconteçam, porque sem isso vai ter retrocesso.” Tasca afirma que o futuro dirigente do Brasil precisará ter pulso firme para “combater ferrenhamente” a corrupção. “O povo não aguenta mais.”

Além das reformas da Previdência e Tributária, o sócio do Barranco enxerga que se faz urgente uma “reformulação política”. “Esses que estão no Congresso não nos representam.” O empresário avalia que o fato de atualmente existirem quase 3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza, “é uma vergonha nacional”. “Acho que o primeiro passo do futuro presidente deve ser focar na educação. E é preciso fortalecer a indústria também que está estagnada.”

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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