Serviço tem que ser bem prestado, independentemente de quem seja o dono da empresa, afirma Fiergs – Jornal do Comércio

O presidente da Fiergs, Gilberto Petry, não vê problemas na alienação de estatais, conforme é a intenção do governo de José Ivo Sartori no caso de CEEE, Sulgás e CRM. De acordo com o empresário, o desejo das pessoas é ter o serviço bem prestado, independentemente de quem seja o dono. “Se você chega em casa, aperta o interruptor e não acende a luz, você diz: não tem luz, mas a CEEE é do Estado, é nossa?”, indaga Petry.

O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, pensa que a venda das estatais é um objetivo que deve prosseguir. “O governo não foi feito para administrar (essas empresas), precisamos da iniciativa privada, com fiscalização, que administre o patrimônio público”, ressalta. No âmbito nacional, Kruse também apoia a reforma da Previdência, entretanto não vislumbra ambiente para que essa proposta seja votada ainda neste ano. O presidente do Sindilojas argumenta que a expectativa de vida elevou-se, tornando essencial a alteração nas regras da aposentadoria.

Neste começo de ano, Kruse destaca que os fundamentos da economia são bons. “O Brasil é um país que verifica períodos em que a economia cresce e cai, e é importante ter cuidado, mas este é o ano de colocar o pé no acelerador, porque as oportunidades estão aí, o Brasil esteve parado por muito tempo”, frisa. O integrante do Sindilojas Porto Alegre acrescenta que quem souber aproveitar as chances, poderá colher os frutos.

O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS, Aquiles Dal Molin Jr., concorda com a necessidade da reforma da Previdência e diz que o momento é promissor, pois todos os indicadores econômicos apontam para o crescimento. “É óbvio que temos um ano de eleição em que pode ocorrer a influência da área política, porém parece que a economia está um pouco descolada dessa questão”, pondera. Dal Molin Jr. reforça que o aquecimento da economia reflete diretamente no segmento da construção civil, que é um grande gerador de postos de trabalho. O dirigente salienta que esse aspecto do setor representa um ganho social enorme, melhorando a qualidade de vida da população quando a atividade é mais intensa.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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