Gol reverte prejuízo líquido e lucra R$ 63,9 milhões – Jornal do Comércio

A Gol encerrou o quarto trimestre de 2017 com lucro líquido de R$ 63,9 milhões, revertendo a perda de R$ 30,2 milhões registrada em igual período de 2016, no critério antes da participação minoritária da Smiles. No ano, a aérea acumulou ganho líquido de R$ 378,2 milhões, configurando uma queda de 65,7% sobre R$ 1,102 bilhão em 2016.

Se considerando o critério depois da participação minoritária, o lucro líquido da companhia atingiu R$ 5,7 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, revertendo os R$ 102,9 milhões negativos anotados em igual período de 2016. Também seguindo esse critério, o lucro líquido da Gol somou R$ 19,2 milhões em 2017, 97,7% abaixo do reportado no ano anterior.

A Gol reportou ainda um lucro líquido ajustado, antes dos minoritários, de R$ 192,4 milhões no quarto trimestre de 2017, contra os R$ 30,2 milhões negativos registrados um ano antes. Nesse critério ajustado, o ganho no ano passado foi de R$ 506,7 milhões, 54% menor que o de 2016, de R$ 1,102 bilhão. Se considerada a participação minoritária, o lucro ajustado do último trimestre foi de R$ 134,2 milhões, contra prejuízo de R$ 100 mil um ano antes. Em 2017, esse lucro alcançou R$ 147,7 milhões, ante R$ 3,2 milhões em 2016.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 531,6 milhões no quarto trimestre de 2017, correspondendo a um aumento de 66,1% ante o mesmo intervalo de 2016, de R$ 320,1 milhões. A margem Ebitda cresceu para 17,8%, comparada a 12% há um ano.

Com isso, o Ebitda da Gol fechou 2017 em R$ 1,495 bilhão, 30,7% acima de 2016, com margem Ebitda de 14,1%, maior que a de 11,6% um ano antes.

Por sua vez, o Ebitdar (mais despesas operacionais de arrendamento de aeronaves) teve avanço de 72,3% na mesma comparação, para R$ 758,7 milhões de outubro a dezembro. A margem Ebitdar cresceu 9 pontos percentuais no período, para 25,5%. Em 2017, o indicador ficou em R$ 2,434 bilhões, 13,7% acima de 2016, com margem Ebitdar em 23%, 1,3 p.p. maior.

Para o próximo ano, a companhia prevê elevar a Oferta de Assentos (ASK) total em 5% a 10%, ante uma faixa de 1% a 3% esperada para 2018. O destaque é o mercado internacional, no qual a empresa espera crescimento de ASK entre 30% a 40% em 2019, contra aumentos de 7% a 10% previstos para este ano. Já no mercado doméstico, a aérea espera elevar sua oferta de assentos entre 1% a 3% em 2019, após alta estimada de 0% a 3% em 2018.

 

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do World Câmbio.

Comentários

você pode gostar também

Quer fazer parte de nosso grupo?

Inscreva-se em nossa newsletter!