Cobre se recupera em Londres e Nova Iorque com melhora de perspectiva comercial – Jornal do Comércio

Os futuros de cobre operam em alta em Londres e Nova Iorque nesta manhã de segunda-feira (9), buscando se recuperar após as perdas que registraram no fim da semana passada em meio à disputa comercial entre EUA e China.

Por volta das 7h20min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 1,04%, a US$ 6.824,50 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em maio tinha alta de 0,20%, a US$ 3,0645 por libra-peso, às 7h58 (de Brasília).

O apetite por cobre e outros metais básicos ganhou força após comentários mais favoráveis de autoridades dos EUA sobre as desavenças comerciais com os chineses.

Ontem (8), o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse não esperar “que haja uma guerra comercial” entre Washington e Pequim, enquanto o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, enfatizou que “nada aconteceu até agora”. Já o presidente Donald Trump tuitou que ele e o presidente chinês, Xi Jinping, serão “sempre amigos”, independentemente do que acontecer no âmbito comercial.

Com a volta de operadores chineses para os mercados, após dois dias de feriados na semana passada, outros metais na LME avançam com mais força do que o cobre. Era o caso do alumínio, que no horário citado acima saltava 3%, a US$ 2.115,00 por tonelada.

O banco ING atribui o bom desempenho do alumínio à decisão do Tesouro americano, na semana passada, de anunciar sanções contra oligarcas e 12 empresas da Rússia. Uma das companhias afetadas foi a Rusal, segunda maior fabricante de alumínio do mundo.

Há relatos também de que Guangdong e Macau assinaram um projeto de 2 trilhões de yuans para desenvolver a área da baía de Guangdong-Hong Kong-Macao, o que favorece metais ferrosos, de acordo com Alastair Munro, corretor da Marex Spectron.

Entre os demais metais na LME, não havia direção única: o zinco caía 0,45%, a US$ 3.227,00 por tonelada, o estanho tinha alta de 0,43%, a US$ 21.055,00 por tonelada, o níquel recuava 0,15%, a US$ 13.245,00 por tonelada, e o chumbo avançava 0,15%, a US$ 2.386,50 por tonelada. 

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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