CVM nega recurso da Aidmin que pedia processo contra Luma e Eike – Valor

RIO  –  O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negou recurso apresentado pela Associação dos Investidores Minoritários (Aidmin) a respeito de decisão da Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI), que havia optado por arquivar reclamação da entidade contra Luma de Oliveira e Eike Batista por suposta prática de insider trading e manipulação de mercado.

Em sua reclamação, a Aidmin alegou que, em novembro de 2011, Luma teria negociado ações da MPX, empresa controlada por seu ex-marido. Ela teria tido como base informações privilegiadas, relacionadas à negociação de uma joint venture com a E.ON. A associação solicitou a instauração de processo sancionador para apurar a responsabilidade de Luma e Eike no caso.

A SMI identificou que já havia investigação a respeito dos fatos, uma vez que apurou “eventual uso de informação privilegiada” nas operações em bolsa de valores com ações da Eneva entre novembro de 2011 e junho de 2012. Este processo foi arquivado porque a área não detectou irregularidades nas operações com as ações ou indícios de uso de informação privilegiada. A SMI concluiu que não havia justificativas para a adoção de diligências adicionais a respeito da reclamação.

A Aidmin decidiu recorrer ao colegiado, que concordou com os argumentos da área técnica e decidiu, por unanimidade, pelo não provimento do recurso apresentado.

Fonte Oficial: Valor.

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