Lucro do Facebook salta 63% no primeiro trimestre, para US$ 4,988 bilhes – Jornal do Comércio

O Facebook apresentou lucro líquido de US$ 4,988 bilhões no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a US$ 1,69 por ação, representando um avanço de 63% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o ganho foi de US$ 3,064 bilhões, ou US$ 1,04 por ação. O resultado veio acima do esperado por analistas consultados pela FactSet, que previam lucro de US$ 1,35 por ação.

A receita da companhia no período entre outubro e dezembro foi de US$ 11,966 bilhões, um avanço de 49% em relação à receita de US$ 8,032 bilhões registrada no mesmo período de 2017. Analistas consultados pela FactSet esperavam que a receita mostrasse avanço menor, para US$ 11,42 bilhões. A receita de publicidade para aparelhos móveis representou 91% da receita de publicidade no primeiro trimestre, em comparação com aproximadamente 85% da receita de publicidade entre janeiro e março de 2017.

Para o presidente-executivo da companhia, Mark Zuckerberg, 2017 “foi um ano forte para o Facebook, mas também difícil”. Nesse sentido, ele afirmou que, em 2018, “estamos focados em garantir que o Facebook não seja apenas divertido de usar, mas também bom para o bem-estar das pessoas e para a sociedade”. Zuckerberg disse, ainda, que a empresa está “incentivando conexões significativas entre pessoas em vez de consumo passivo de conteúdo”.

De acordo com o Facebook, o número de usuários ativos diários foi de 1,45 bilhão no fim de março, um avanço de 13% na comparação anual, em linha com o resultado esperado por analistas consultados pela FactSet. Já o número de usuários ativos mensais foi de 2,20 bilhões no fim do mês passado, marcando uma alta de 13% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

No after hours em Nova iorque, a ação do Facebook se firmou em alta e ganhou impulso com os resultados da companhia. Às 17h26 (de Brasília), o papel do Facebook saltava 4,60%, a US$ 167,03. No ano, ações de tecnologia têm se mostrado mais vulneráveis do que companhias de outros setores, em um movimento que ganhou impulso após a companhia de Zuckerberg divulgar, no mês passado, que a empresa de análise de dados Cambridge Analytica utilizou, de forma incorreta, informações de até 87 milhões de usuários do Facebook.

Fonte Oficial: Jornal do Comércio.

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