Cobre sobe com investidor de olho em negociações no Chile e fator técnico – Isto É

O cobre continuou a subir nesta quarta-feira, com investidores mantendo um olhar atento sobre as negociações trabalhistas na maior mina de cobre do mundo no Chile. O preço do cobre subiu 3,6% até agora esta semana em uma combinação de fatores fundamentais e técnicos, disseram analistas.

Por volta das 7h45 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,45%, a US$ 7.149,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em julho tinha alta de 0,53%, a US$ 3,2155 por libra-peso, às 7h55 (de Brasília).

Os investidores há algumas semanas se concentram em discussões entre a BHP Billiton e os mineiros em sua operação na mina de cobre Escondida, no Chile. No ano passado, um colapso nas negociações desencadeou uma greve de 44 dias, que apoiou os preços do cobre.

“As pessoas ainda parecem preocupadas com Escondida e com os trabalhadores, que ainda estão ameaçando entrar em greve”, disse Geordie Wilkes, analista da Sucden Financial Research.

Dito isso, dado que as negociações recentes só começaram na semana passada, as preocupações dos investidores são um pouco prematuras, disse Wilkes.

As negociações trabalhistas somaram-se a outras preocupações recentes de produção, com o estado indiano de Tamil Nadu na semana passada ordenando que a Vedanta Resources fechasse sua operação de cobre em Tuticorin depois que protestos movidos pela poluição se tornaram violentos e nove pessoas foram mortas.

Um fator técnico também amplificou o aumento do preço do cobre, com os traders reduzindo suas apostas na queda dos preços e o cobre subindo novamente acima da simbólica barreira de US$ 7.000 a tonelada. Esses fatores deram impulso à compra de cobre, disseram analistas do Commerzbank em nota.

Olhando para o futuro, os investidores também estavam atentos aos dados de importação, exportação e balança comercial da China, que serão divulgados na sexta-feira.

Entre os metais básicos, o zinco caía 0,22%, para US$ 3.184 por tonelada, o alumínio subia 0,47%, para US$ 2.327,50 a tonelada métrica, o estanho recuava 0,34%, para US$ 20.680 a tonelada métrica, o níquel tinha queda de 0,41%, para US$ 15.690 a tonelada métrica e o chumbo perdia 0,1%, a US$ 2.500,50 por tonelada métrica. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Fonte Oficial: Isto É.

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