Bolsas de NY fecham em alta, com ganhos limitados pelo petróleo – Valor

SÃO PAULO  –  (Atualizada às 21h05) Os índices acionários de Nova York fecharam a semana em terreno positivo, nesta sexta-feira (8), com os investidores se posicionando para a semana que vem, que terá uma agenda econômica cheia, incluindo a cúpula Estados Unidos-Coreia do Norte, na terça-feira (12), e as decisões de política monetária dos bancos centrais dos EUA, zona do euro e Japão.

Além disso, os investidores acompanham a reunião de dois dias do G-7 em Quebec, no Canadá, iniciada nesta sexta e que termina neste sábado (9). A reunião acontece em meio às tensões comerciais entre os EUA e vários de seus aliados após a adoção de uma agenda protecionista por parte do presidente americano, Donald Trump.

Ainda que muitos investidores digam que as tensões comerciais provavelmente não pressionarão muito o crescimento global, eles esperam que o noticiário torne o cenário mais turbulento para as ações. 

O Dow Jones fechou em alta de 0,30%, a 25.319,53 pontos, o S&P 500 subiu 0,31%, a 2.779,03 pontos, e o Nasdaq avançou 0,14%, a 7.645,51 pontos. Na semana, os três índices acumularam ganhos de 2,77%, 1,62% e 1,21%, respectivamente, com o Nasdaq anotando nova máxima histórica na quarta-feira (6), impulsionado pelos ganhos das gigantes americanas de tecnologia. 

Destaques 

O setor de consumo básico fechou com ganhos de 1,23% no S&P 500, com as ações da Procter & Gamble em alta de 1,87%. Dos 11 setores do S&P 500, apenas os de energia, tecnologia e de serviços públicos fecharam em terreno negativo, com perdas de 0,19%, 0,17% e 0,04%, respectivamente.

As ações da Apple fecharam em baixa de 0,91% e ficaram entre os destaques negativos em Nova York, após relato da imprensa de que a gigante americana de tecnologia teria requisitado 20% de componentes a menos para produção dos modelos iPhone no segundo semestre do ano. 

Petróleo

Os ganhos na sessão também foram limitados pelos preços do petróleo, que voltaram a cair com a retomada da produção da Arábia Saudita e os sinais de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), em entendimento com a Rússia, deve anunciar, na reunião do cartel no próximo dia 22, a flexibilização dos cortes de produção impostos desde o início do ano passado.

Os contratos do Brent para agosto fecharam em baixa de 1,1%, a US$ 76,46 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os do WTI para julho recuaram 0,3%, a US$ 65,74 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Os rendimentos (“yields”) dos títulos do Tesouro americano fecharam praticamente estáveis, com o rendimento de 10 anos a 2,93%, o de 30 anos a 3,08% e o de 2 anos a 2,50%. 

Fonte Oficial: Valor.

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