Bolsas de NY fecham perto das máximas do dia puxadas por tecnologia – Valor

SÃO PAULO  –  O bom desempenho de ações de empresas de tecnologia ajudou a compensar quedas no setor de energia e permitiu que os principais índices em Wall Street fechassem no azul, após um início de sessão mais negativo nesta segunda-feira (2).

O Dow Jones, com forte presença de multinacionais, sensíveis aos riscos de uma guerra tarifária, que se avizinha, até conseguiu zerar as perdas de mais cedo. Mas ainda ficou atrás em relação a seus pares.

No fechamento, o Dow Jones subiu 0,15%, aos 24.307,18 pontos. O S&P 500 ganhou 0,31%, aos 2.726,71 pontos, e o Nasdaq Composto teve alta de 0,76%, aos 7.567,69 pontos.

Destaques 

Mesmo com variações modestas, os índices conseguiram se recuperar de quedas mais fortes pela manhã. O S&P 500 chegou a cair 0,71%, enquanto o Dow Jones perdeu 0,80% no pior momento do dia, e, o Nasdaq, 0,89%.

Ações dos setores de tecnologia e financeiro foram destaques positivos. Intel subiu 0,99%, enquanto Microsoft avançou 1,42%, e Apple teve ganho de 1,12%.

J.P. Morgan teve alta de 0,82%, American Express, de 1,00%, e Goldman Sachs, de 1,21%.

Do lado negativo, o destaque foi para as empresas do setor de energia, cujos papéis cederam, acompanhando a queda dos preços do petróleo. Exxon Mobil caiu 1,21%, e, Chevron, 1,75%.

Guerra comercial iminente 

O mercado segue nervoso antes do dia 6 de julho, quando entrarão em vigor sobretaxas dos Estados Unidos em cima de produtos importados da China. O medo é que Pequim reaja e anuncie medidas na mesma força.

A União Europeia (UE) alertou os EUA contra a imposição de taxas sobre veículos e peças automotivas e os riscos de essa medida gerar reações de parceiros comerciais americanos.

“É muito difícil isolar especificamente os vencedores e perdedores, porque a cadeia de oferta global é muito integrada”, diz Talbot Babineau, executivo-chefe do fundo hedge IBV Capital, em Toronto, Canadá. Ainda assim, ele não acredita que a questão evoluirá para uma “destruição econômica”, entre outros motivos, porque as negociações poderão levar a uma economia chinesa mais aberta.

Fonte Oficial: Valor.

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