Açúcar: Média Semanal Tem Ligeiro Recuo; Liquidez Fica Estável – Investing.com

De acordo com pesquisas do Cepea, o ritmo dos negócios do cristal no mercado spot do estado de São Paulo seguiu estável no correr da última semana. Mesmo com parte das usinas fora do mercado, produzindo açúcar somente para o cumprimento de contratos, a oferta disponível tem sido suficiente para atender à demanda. A média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, foi de R$ 60,12/saca de 50 kg de 15 a 19 de julho, leve queda de 0,28% em relação à média de 8 a 12 de julho (R$ 60,29/saca de 50 kg). Segundo levantamentos do Cepea, a participação das vendas do cristal no mercado spot paulista tem aumentado desde o início oficial da safra 2019/20, em abril/19. Considerando-se as vendas totais de açúcar (contrato, spot e varejo), estiveram aproximadamente 7,90% maiores no primeiro trimestre de safra (de abril a junho/19), em relação ao mesmo período do ano passado.

ETANOL: COMERCIALIZAÇÃO DO HIDRATADO CRESCE 64% NO MERCADO PAULISTA

O volume comercializado de etanol hidratado cresceu 64% no mercado paulista entre 15 e 19 de julho na comparação com o período anterior – em intervalo equivalente de 2018, o aumento havia sido de 28%, de acordo com dados do Cepea. Quanto aos preços, o valor do etanol hidratado registra a terceira semana consecutiva de alta no estado de São Paulo, devido à demanda aquecida das distribuidoras. Do lado vendedor, aumentou a presença de usinas no mercado paulista, por causa da proximidade do pico de colheita no Centro-Sul, o que não foi suficiente para reverter o movimento de alta. Mesmo assim, de acordo com levantamento do Cepea, o patamar de preço esteve atrativo ao vendedor, elevando levemente a oferta na semana. Entre 15 e 19 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 1,6654/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), avanço de 0,89% em relação à semana anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,8525/litro (sem PIS/Cofins), pequeno aumento de 0,21% no mesmo período.

TRIGO: PREÇOS CAEM NO MERCADO EXTERNO E DIVERGEM NO INTERNO

Enquanto no Brasil os preços de registraram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea, no mercado externo, as cotações seguem em queda. Tanto nos Estados Unidos quanto na Argentina, o movimento baixista se deve à necessidade de menores valores para que o produto fique mais competitivo no mercado internacional. No spot, por sua vez, as perdas causadas pelas geadas na atual temporada têm deixado alguns produtores consultados pelo Cepea cautelosos em precificar lotes remanescentes do grão. Quanto aos derivados, para as farinhas, indústrias alimentícias estão retraídas, à espera de um consumo maior, sem necessidade de voltar ao mercado e refazer parte de seus estoques. Para o farelo de trigo, o cenário é de ligeiras valorizações.

MANGA: PREÇOS REGISTRAM QUEDA, MAS SEGUEM SATISFATÓRIOS

O mercado de manga não esteve tão movimentado na Ceagesp entre 15 e 19 de julho. Assim, com sobras de mercadorias, os pedidos se reduziram. De acordo com colaboradores do Cepea, as vendas fracas são consideradas normais para essa época do ano, devido às temperaturas baixas e às férias escolares. A expectativa é que o volume estocado na Ceagesp continue elevado, visto que o frio deve continuar e, com o final de mês, o consumo é menor, devido ao orçamento restrito. Assim, apesar de os preços ainda serem considerados satisfatórios na maioria das praças produtoras acompanhadas pelo Cepea, registraram queda entre 15 e 19 de julho. No Vale do São Francisco, a palmer foi comercializada com média de R$ 1,82/kg, baixa de 6% frente à semana passada. Em Livramento de Nossa Senhora (BA), a queda foi de 19%, comercializada por R$ 1,65/kg. Para a tommy, as desvalorizações foram de 22% no Vale (SA:) e de 13% em Livramento.

Fonte Oficial: Investing.com.

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